Seis dicas indispensáveis para escolher um cirurgião plástico

Como escolher um cirurgião plástico

A decisão de se submeter a um procedimento de cirurgia plástica nem sempre é fácil e envolve aspectos físicos e emocionais. Mas tão importante quanto a definição de realizar a cirurgia, é a decisão em relação ao profissional a ser escolhido.
Afinal de contas, como em qualquer atividade, na cirurgia plástica também temos profissionais mais ou menos qualificados. A experiência profissional, a técnica utilizada e a atenção dada ao paciente desde a primeira consulta são aspectos que devem ser levados em consideração.
Mas outras questões também devem ser levadas em consideração. Para orientar quem está buscando um cirurgião plástico a fim de se submeter a um procedimento cirúrgico, damos abaixo algumas orientações. Por fim, lembre-se que o custo não deve ser em hipótese alguma o único fator a ser considerado.
1. Buscar informações e referências
Quando a pessoa não conhece nenhum profissional cirurgião plástico é bastante válido buscar referências com amigos e conhecidos, principalmente com quem já se submeteu a um procedimento cirúrgico. Buscar informações na internet também é válido, assim como fazer consulta nas mídias sociais e em outros canais de informação do próprio profissional. Mas lembre-se de que as informações da internet devem passar por um filtro de bom senso.
2. Membro da SBCP
Em segundo lugar é preciso se certificar de que o profissional é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Depois de formado, o médico cirurgião precisa se submeter a dois anos de residência em cirurgia geral. Depois são mais três anos de residência em cirurgia plástica. Após esse longo processo, o médico ainda precisa se submeter a provas aplicadas pela SBCP e pela Associação Médica Brasileira. Você pode consultar o site do SBCP para verificar se o médico é afiliado.

3. Primeira consulta
A primeira impressão e a empatia com o profissional também são questões importantes a serem levadas em consideração. A competência profissional do médico não está restrita ao momento da cirurgia em si. É preciso lembrar que o antes e o depois também são fundamentais como parte do processo. Por isso, é preciso confiar no cirurgião plástico que será responsável pelo procedimento.
4. Orientações médicas
É preciso observar se o médico transmite confiança e se passou todas as informações sobre o procedimento, como possíveis complicações, tempo de recuperação, entre outras. As informações sobre o local da cirurgia e sobre a técnica também são dados importantes. Por fim, verifique se a clínica possui alvará da Vigilância Sanitária.
5. Promessas e resultados
O médico consciencioso não faz falsas promessas, nem superestima os resultados do procedimento. É preciso desconfiar do profissional que minimiza os riscos demais, ou que promete verdadeiros “milagres”. A ética médica coloca o bem-estar do paciente acima de qualquer interesse do próprio m édico.
6. Ser realista quanto aos riscos
Qualquer procedimento cirúrgico possui riscos. Alguns médicos minimizam esses riscos a fim de não desestimular o paciente. Mas é preciso estar ciente dos riscos e também de como se dá a recuperação. Por isso, não se intimide em perguntar tudo que achar pertinente ao médico. O bom profissional está ciente de sua obrigação em orientar o paciente adequadamente.